Vacinação contra o sarampo é recomendada em Campinas

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Fonte: Assessoria de Imprensa

A Secretaria de Saúde de Campinas informa que a partir desta quinta-feira, dia 8 de agosto, está recomendada a vacinação contra sarampo para crianças de seis meses a menores de um ano de idade no município. Até então, a primeira dose desta vacina era feita com um ano de idade e aos 15 meses a criança recebia um reforço.

A vacina está disponível em todos os Centros de Saúde.  A recomendação segue orientação do Ministério da Saúde (Nota Informativa Nº 173/2019-CGPNI/DEIDT/SVS/MS de 31 de julho de 2019) e visa minimizar o risco de transmissão entre crianças menores de um ano e altamente vulneráveis a desenvolver formas graves e complicações pela doença.  

A recomendação também foi adotada considerando o atual cenário epidemiológico do sarampo no estado de São Paulo; a introdução e circulação do vírus do sarampo no município de Campinas; a ocorrência de surtos de sarampo no município acometendo pacientes pediátricos; e a maior incidência do sarampo, nesse momento, no município de Campinas, em crianças menores de 1 ano de idade e, portanto, não rotineiramente vacinados contra a doença. 

Segundo o Departamento de Vigilância em Saúde (Devisa), esta dose em menores de um ano de idade não será considerada válida para fins do calendário nacional regular de vacinação da criança. Sendo assim, deve ser mantida a dose contra o sarampo aos doze meses de idade, com um reforço aos 15 meses de idade, conforme previsto no calendário de vacinação de rotina da criança.   

A Secretaria de Saúde de Campinas divulgou um novo informe epidemiológico de sarampo nesta quinta-feira, 8 de agosto. No total, este ano, são oito casos da doença confirmados no município.  Dos oito casos, seis são em menores de um ano e dois são em crianças entre 1 ano e 4 anos. Ainda do total de oito casos, quatro são de um surto numa creche no DIC 6, conforme já informado no boletim epidemiológico de 22 de julho.

Outros dois casos são de um surto familiar e referem-se a dois irmãos. Outras duas ocorrências são de casos isolados. Não houve óbitos e em todos os casos foram adotadas as medidas preconizadas, que incluem o bloqueio vacinal de todas as pessoas que tiveram contato com os doentes.

Hebe Rios

Editora-chefe

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